Criei esse blog pra escrever coisas e coisas, de tudo um pouco. Não sou escritora, crítica, intelectual, só tenho acesso a internet.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Vem..
Quero acordar de manhã
E ter você do lado
Tomar um café com leite quente
E voltar a dormir
Tenho preguiça desses dias nostálgicos, frios e de céu nublado
Da reação em cadeia que é existir
Isso toma conta dos meus pensamentos
E lentamente me leva a loucura
Vem aqui e me livra disso
terça-feira, 7 de junho de 2011
Relações humanas
Se tornam cada vez mais inexistentes
Nesse mundo cheio de tecnologias e novos meios
Aonde vamos parar com toda esse modernidade?
Será que realmente vale a pena sentir saudades artificialmente?
Eu gosto das relações verdadeiras
Da naturalidade
Da essência
Da pureza
Da espontaneidade de um sorriso...
domingo, 5 de junho de 2011
A culpa é de quem?
ESSA MÚSICA DESCREVE TUDOOOO! TUDOOOO!
Trabalho oito horas sete dias por semana só por fumar uma erva eu vou entrar em cana
Deputados cheiram bebem e não vão para prisão porque é ilegal?
Eles que lesam a pátria e sou eu o marginal
Não seja alienado eles falam que faz mal e você aceita calado
Procure se informar
Uma erva natural não pode te prejudicar
Quem de nós está errado?
Você consome estas merdas e eu fumo um baseado
No que você pensa então?
Eles pegam a palmatória e você estende a mão
Desde pequeno você é induzido a fumar induzido a beber e vendo a tv falar
Digam não as drogas use camisinha e para de brigar
Mas beba muito álcool até a sua barriga inchar
O que você tem na cabeça?
Tudo que eles te falam você acha uma beleza
Aprenda a dizer não
Pense um pouco meu irmão
Você tem medo de quem?
Eu fumo a minha erva e não faço mal a ninguém
A culpa é de quem?
Portugueses escravizaram e mataram nosso irmão
Militares torturam e não foram pra prisão
Eu fumo minha erva e me chamam de ladrão
Os negros já fumavam erva antes da África deixar
Mas os senhores proibiram por não quere nos libertar
E os senhores de hoje em dia estão proibindo também se o pobre começa a pensar
Parece que incomoda alguém
Crianças crescem nas ruas não confiam em ninguém escondem nossa cultura referência ninguém tem
O país tá uma merda e a culpa é de quem?
A culpa é de quem, eles roubam no planalto e não pensam em ninguém
Manipulam as leis e vem com papo furado
Tudo que incomoda a eles, eles dizem está errado então quem é o marginal?
Crianças morrem por sua culpa e eu que vivo ilegal
Tenho que me esconder por uma coisa natural enquanto eles metem a mão na maior cara de pau
Não vou ficar calado porque está tudo errado
Políticos cruzam os braços e o país está uma merda
Trabalho pra caralho e fumo minha erva e aí eu pergunto,
A culpa é de quem?
A culpa é de quem?
Deputados cheiram bebem e não vão para prisão porque é ilegal?
Eles que lesam a pátria e sou eu o marginal
Não seja alienado eles falam que faz mal e você aceita calado
Procure se informar
Uma erva natural não pode te prejudicar
Quem de nós está errado?
Você consome estas merdas e eu fumo um baseado
No que você pensa então?
Eles pegam a palmatória e você estende a mão
Desde pequeno você é induzido a fumar induzido a beber e vendo a tv falar
Digam não as drogas use camisinha e para de brigar
Mas beba muito álcool até a sua barriga inchar
O que você tem na cabeça?
Tudo que eles te falam você acha uma beleza
Aprenda a dizer não
Pense um pouco meu irmão
Você tem medo de quem?
Eu fumo a minha erva e não faço mal a ninguém
A culpa é de quem?
Portugueses escravizaram e mataram nosso irmão
Militares torturam e não foram pra prisão
Eu fumo minha erva e me chamam de ladrão
Os negros já fumavam erva antes da África deixar
Mas os senhores proibiram por não quere nos libertar
E os senhores de hoje em dia estão proibindo também se o pobre começa a pensar
Parece que incomoda alguém
Crianças crescem nas ruas não confiam em ninguém escondem nossa cultura referência ninguém tem
O país tá uma merda e a culpa é de quem?
A culpa é de quem, eles roubam no planalto e não pensam em ninguém
Manipulam as leis e vem com papo furado
Tudo que incomoda a eles, eles dizem está errado então quem é o marginal?
Crianças morrem por sua culpa e eu que vivo ilegal
Tenho que me esconder por uma coisa natural enquanto eles metem a mão na maior cara de pau
Não vou ficar calado porque está tudo errado
Políticos cruzam os braços e o país está uma merda
Trabalho pra caralho e fumo minha erva e aí eu pergunto,
A culpa é de quem?
A culpa é de quem?
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Paranóia
Saio.
Dou comigo na loucura da vida.
Surge em mim, angustiante,
A vontade de ir,
Correr o dia, começar o amanhã.
Os carros em frenesim, vão e vêm.
Sem sentido, sem destino.
Desenfreados, soltando rugidos,
Guiados por dependentes de stress,
Dependentes da vida, em si, enfim.
E cá estou,
No meio desta gente.
Amálgama de credos e verdades.
Sem nexo, por vezes, admito
Mas seguindo o rumo,
Cavalgando no tempo
Como um cavaleiro lutando,
A curar meus medos, minhas angústias.
Vencendo!
Que paranóia esta que me assola.
Humanos inconsequentes,
Que buscamos o que nunca tivémos
E que jamais iremos alcançar.
Somos homens e mulheres
Na luta constante da rotina,
Tentando singrar, lutando... lutando!
Porquê?
Para quê?
Que condição humana é esta?
Diz-me vida!
Que condição é esta?
A que estamos entregues selvaticamente,
De manhã à noite,
Sem respeito...
À noite, bem tarde, já em parte liberto,
Me deito, consciente
Do amanhã diferente.
Não!
Puro engano...
Que paranóia esta!
Acreditar sem ter fé
Nesta condição perdida,
Nesta vida selvagem.
Aqui e ali.
Em todo o lado, eu e tu,
Atropelados sem sentido.
Que paranóia!
Dou comigo na loucura da vida.
Surge em mim, angustiante,
A vontade de ir,
Correr o dia, começar o amanhã.
Os carros em frenesim, vão e vêm.
Sem sentido, sem destino.
Desenfreados, soltando rugidos,
Guiados por dependentes de stress,
Dependentes da vida, em si, enfim.
E cá estou,
No meio desta gente.
Amálgama de credos e verdades.
Sem nexo, por vezes, admito
Mas seguindo o rumo,
Cavalgando no tempo
Como um cavaleiro lutando,
A curar meus medos, minhas angústias.
Vencendo!
Que paranóia esta que me assola.
Humanos inconsequentes,
Que buscamos o que nunca tivémos
E que jamais iremos alcançar.
Somos homens e mulheres
Na luta constante da rotina,
Tentando singrar, lutando... lutando!
Porquê?
Para quê?
Que condição humana é esta?
Diz-me vida!
Que condição é esta?
A que estamos entregues selvaticamente,
De manhã à noite,
Sem respeito...
À noite, bem tarde, já em parte liberto,
Me deito, consciente
Do amanhã diferente.
Não!
Puro engano...
Que paranóia esta!
Acreditar sem ter fé
Nesta condição perdida,
Nesta vida selvagem.
Aqui e ali.
Em todo o lado, eu e tu,
Atropelados sem sentido.
Que paranóia!
quarta-feira, 1 de junho de 2011
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